Afinal quando é que pagam o que nos devem?

   

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No dia 3 de maio, voltamos a mais uma ronda negocial. Para quem trabalha nas escolas, estas reuniões não passam de um carrossel de coisa nenhuma que já nos habituámos a ignorar. 

Ao que parece, e desta vez, o senhor ministro da educação terá que responder de forma clara e inequívoca a uma das muitas exigências dos professores – “Afinal quando é que nos pagam o que devem?”

Não aceitamos conversa fiada, no sentido de ganharem tempo negocial, para não prejudicar o momento eleitoral que se aproxima! Não aceitamos meias palavras, ou adiamentos negociais. 

Queremos uma resposta concreta, objetiva e por escrito acerca da recuperação do tempo de serviço. 

Exigimos dos nossos representantes sindicais que, numa eventual resposta evasiva por parte da tutela, abandonem imediatamente a mesa negocial e reúnam com os seus associados, para uma concertada resposta de luta e afirmação dos nossos direitos.

#paguemoquenosdevem

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