Ontem em Lisboa, hoje em Guimarães, amanhã em qualquer outro recanto deste país desgraçado a (DE)MISSÃO vai continuar fazer-se ouvir até que o Ministro tenha coragem de sair!

A Assombração continua!

Sr. Ministro João Costa, o pesadelo ainda agora começou!

Ontem, Professores pediram Demissão em Lisboa!

Hoje, gritam Demissão Já, em Guimarães!

Já não consegue disfarçar o Medo que transparece por todos os poros da face!

Transpira e sorri de forma cínica mas nervosa!

Isto vai piorar!

Carla Gomes

Expresso

O ministro da Educação foi recebido com protestos de professores, esta manhã, em Guimarães, com dezenas a pedir a demissão de João Costa.

Os professores acusam o ministro de não querer negociar e voltaram a exigir a recuperação do tempo de serviço.

João Costa esteve em Guimarães para participar numa conferência sobre Educação Ambiental. À entrada, não quis prestar declarações aos jornalistas.

RTP

O ministro da Educação foi recebido, na manhã deste sábado, com um protesto de professores em Guimarães. Indiferente à manifestação, João Costa esteve numa sessão sobre os desafios da educação ambiental e falou apenas sobre este tema.

JN

Luísa Brandão, de 55 anos, professora do 1.º ciclo, em São Martinho do Campo, Póvoa de Lanhoso, era uma das centenas de professores que receberam, esta manhã, João Costa, com palavras de ordem a exigir a sua demissão. A docente acaba de chegar de outra ação, em Lisboa.  Está rouca “de tanto protestar com este ministro”. “Estou aqui, mais uma vez, porque, de facto, o Governo não nos está a ouvir. O que tem dado às escolas não é suficiente. Os problemas são muito maiores do que aquilo que querem fazer transparecer”, queixa-se. 

Para esta professora, o maior problema é a falta de recursos humanos a todos os níveis. “Todos os anos nos chegam três ou quatro alunos que não têm como língua nativa o português. Estes alunos são incluídos em turmas que já existem, onde também há crianças com outros problemas: autismo, dislexia. O professor vê-se completamente abandonado na sala de aula perante todos estes casos”, desabafa.

Digital Reflexo

“É mais uma ação, porque, de facto, o Governo não nos está a ouvir. O que tem dado às escolas não é suficiente. Os problemas são muito maiores do que aquilo que querem fazer transparecer. Estamos sem recursos nas escolas, humanos principalmente”, diz aos jornalistas a docente de 55 anos, vinculada ao Centro Escolar D. Elvira Câmara Lopes, em São Martinho de Campo, na Póvoa de Lanhoso.

Por essa altura, já o ministro da Educação se encontrava no interior do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), para a quarta sessão da Vitrus Talks, relativa à educação ambiental. Quando percorreu o espaço público da Plataforma das Artes e Criatividade, João Costa foi brindado com pedidos de demissão e muitos lenços brancos pelos mais de 50 professores que ali se concentravam.

Jornal de Guimarães

Convencida de que o trabalho dos professores e dos alunos durante a pandemia correu bem, porque “não houve tempo para gastar dinheiro em instituto nenhum” que dissesse aos professores o que tinham de fazer, a docente sugere que, neste momento, a escola funcionaria melhor sem ministério da Educação, “sem os papéis e as burocracias”, com os professores a fazerem simplesmente o que é suposto fazerem. “Toda a gente se esquece que um professor é um técnico altamente especializado no que está a fazer. Tem uma miríade de situações diferentes que tem de resolver, e de resolver no momento”, diz, rejeitando conselhos como “reinventar e chegar aos problemas dos alunos”, quando muitos professores estão sós nas escolas.

Mais Guimarães

Os docentes juntaram-se à espera do ministro da Educação, para exigirem a sua demissão, bem como a adoção de melhores estratégias direcionadas às escolas. João Costa foi recebido pelos manifestantes ao som de tambores, e em simultâneo com os gritos de descontentamento generalizado.

SIC

oão Costa voltou a ouvir pedidos de demissão, os professores acusam o ministro de não querer negociar.

O ministro da Educação foi recebido com protestos de professores, esta manhã, em Guimarães, com dezenas a pedir a demissão de João Costa.

Os professores acusam o ministro de não querer negociar e voltaram a exigir a recuperação do tempo de serviço.

João Costa está em Guimarães para participar numa conferência sobre Educação Ambiental. À entrada, não quis prestar declarações aos jornalistas.

“Somos lixo para este Governo”

2 comentários a “assombração Guimarães”

  1. Avatar de João Rodrigues
    João Rodrigues

    Brutal este trabalho

  2. Avatar de Cármen Machado
    Cármen Machado

    Bravo!
    Pela dignificação da Escola Pública.

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